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- Criado em quarta-feira, 20 novembro 2013 11:21


Associando-se à onda de iniciativas levadas a efeito por todo o país durante o passado fim-de-semana, também os comunistas em S. João da Madeira promoveram uma venda de rua do jornal avante, distribuíram à população centenas de documentos (com informação relevante acerca da vida de Álvaro Cunhal) e, acompanhados por outros democratas, estiveram presentes no grandioso comício realizado no Campo Pequeno.
As comemorações do Centenário do nascimento de Álvaro Cunhal, que estão a decorrer sob o lema: vida, pensamento e luta - exemplo que se projecta na actualidade e no futuro, contarão com a Grande Exposição patente na Alfândega do Porto de 30 de Novembro a 15 de Dezembro e em S. João da Madeira com a apresentação do IV Tomo das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal, no dia 22, sexta-feira às 21,30 horas na biblioteca municipal. Esta será uma sessão aberta a todos os interessados e que contará naturalmente com a presença de muitos sanjoaneneses.
Breves Notas sobre Álvaro Cunhal
Álvaro Cunhal filiou-se no Partido Comunista Português em 1931, com 17 anos de idade, foi seu Secretário-geral de 1961 a 1992, função que lhe permitiu desempenhar um papel decisivo na definição e concretização das orientações que transformaram o PCP num grande Partido nacional, vanguarda da luta antifascista e pelo triunfo da Revolução da Abril.
Com um percurso de setenta anos de ininterrupto combate, percorridos com uma indomável determinação e resistindo às mais terríveis e duras provas em dezenas de anos de vida clandestina e prisão (foi preso pelo regime fascista em 1937, 1940, e de novo em 1949, tendo permanecido preso 11 anos seguidos, 8 dos quais em completo isolamento), Álvaro Cunhal, é bem o exemplo do homem de inaudita coragem e firmes convicções.
Intelectual, homem de conhecimento, possuidor de uma densa cultura, Álvaro Cunhal, deixou-nos uma importante produção artística, nomeadamente no campo da estética, da criação literária, onde emergem, entre outros, o romance Até Amanhã, Camaradas e as novelas Cinco Dias, Cinco Noites e Fronteiras, mas também nas artes plásticas com obras de desenho e pintura.
Foi o dirigente comunista, em todo o mundo, que mais fecunda e extensa obra produziu depois de Lenine. Estudioso e conhecedor da realidade portuguesa, a sua obra notável que é o “Rumo à Vitória”, viria a ter uma influência decisiva na criação de condições para a Revolução de Abril e para as profundas transformações revolucionárias operadas na sociedade portuguesa. Transformações que se traduziram em importantes conquistas dos trabalhadores e do povo português e às quais Álvaro Cunhal dedicou o melhor do seu saber, da sua experiência e da sua intervenção, como dirigente do PCP, como Deputado, como Ministro da República nos governos provisórios e como Conselheiro de Estado.
Álvaro Cunhal revela uma relação de autenticidade do dirigente do partido com o povo, bem como se afirma o homem e o político que se recusou sempre a viver acima das condições de vida dos seus camaradas e afirma, com o seu exemplo, uma concepção da actividade política como prática para servir o povo e o país e não para acumular vantagens e privilégios pessoais.
Morreu em 13 de Junho de 2005 e o seu funeral foi no dia 15 de Junho, com a participação de centenas de milhares de pessoas.
No dia 10 de Novembro, dia do centenário do seu nascimento, como disse Jerónimo de Sousa “dia carregado de simbolismo, a grande homenagem que podemos prestar ao incansável combatente de uma vida inteira que foi Álvaro Cunhal é continuar a fortalecer e reforçar o seu Partido de sempre e continuar os combates que são a razão da sua existência. Desde logo o grande combate da hora presente que travamos pela interrupção de uma política de ruína nacional, pela demissão de um governo e a rejeição de um Pacto de Agressão que estão a conduzir o país ao desastre e o povo ao empobrecimento, pela exigência de eleições antecipadas.”
Comissão Concelhia de S. João da Madeira do PCP
As eleições autárquicas importam, como dizíamos no nosso Compromisso Eleitoral.
Ao contrário de outras forças políticas, a CDU melhorou o seu resultado eleitoral de forma significativa.
Embora não tendo conseguido eleger vereadores para a Câmara Municipal, reforçamos a nossa votação em votos, em percentagem e em número de eleitos – mantivemos uma eleita na Assembleia de Freguesia e subimos de um para dois eleitos na Assembleia Municipal.
Por isso, cabe-nos nos órgãos deliberativos - Assembleia Municipal e Assembleia de Freguesia – a proposta, a vigilância, a denúncia, o apoio ou rejeição, segundo aquilo que entendermos servir melhor os interesses dos munícipes e fregueses sanjoanenses.
Nesse sentido, e de imediato, bater-nos-emos pela:
Defesa do Hospital e do seu Serviço de Urgência;
Habitação Social e Apoio às famílias carenciadas;
Redução do preço da água;
O conjunto de sanjoanenses, mulheres e homens que integraram as listas da CDU, saúdam os eleitores do concelho que permitiram reforçar as posições da CDU e saúdam os portugueses que com o seu voto, retiraram aos partidos do governo, o argumento que o governo se tem servido para justificar as suas desgraçadas medidas de penalização das camadas trabalhadoras.
15 de Setembro 2013


As eleições autárquicas importam: são a oportunidade de os munícipes optarem entre aqueles que estão dispostos a representá-los e a defender os seus direitos, interesses e anseios, e aqueles cujo único objetivo é o de abraçar e garantir no maior número possível de concelhos, a continuação da política que nos tem diminuído a todos, a qual dispensa apresentações porque todos a sentimos no dia-a-dia e nos dias que se perdem no futuro.
A CDU é uma importante alternativa à ideologia política vigente, pois move-se na convicção de que o bem público e o compromisso social do Estado não podem ser alienados para sustentar interesses particulares e financeiros. Não acreditamos na austeridade, mas na gestão adequada e justa do bem público, respeitadora da Constituição da República Portuguesa; não acreditamos que os cidadãos — no caso, os munícipes — detenham o dever de conter os seus direitos constitucionais e de cidadania, não esquecendo as suas aspirações, para pagarem e sustentarem um desgoverno que não lhes é imputável. Não aceitamos, por isso, que classifiquem como despesismo incrementar as zonas pedonais e melhorar os trajetos pedonais, desenvolver ações sociais de apoio às famílias, zelar pela manutenção do nosso Hospital na gestão pública, ou tantos outros atos sociais como, entre tantos outros, aqueles com os quais nos comprometemos seguidamente.
Os candidatos da CDU às autarquias de S. João da Madeira assumem perante os sanjoanenses os seguintes compromissos:
Garantir a habitação
Entendemos que a Câmara Municipal deve intervir no sentido reabilitar e incrementar a habitação social no concelho.
Interromper/acabar com a venda de habitações de âmbito social. Contrariar a tendência para a alienação do património habitacional do município.
Pugnar pela oferta municipal de casas de habitação social em S. João da Madeira, recorrendo inclusivamente à aquisição de habitações no mercado existente, desde que seja um negócio equilibrado e viável e sem prejuízo do preferencial apoio à iniciativa cooperativa e à reabilitação de fogos degradados.
Intervir no sentido de garantir a oferta de habitação económica para quem quiser e puder optar por comprar.
Combater a pobreza e a exclusão social
Propomo-nos disponibilizar meios materiais e humanos para prevenir e combater a pobreza e a exclusão social.
A CDU propõe dotar a Junta das valências sociais que têm vindo a ser cometidas à Câmara Municipal e assegurar a coordenação com as outras estruturas concelhias dedicadas a esta questão, especificamente as I.P.S.S, assumindo a área social como prioridade de ação. Para levar a cabo esta dotação de competência a CDU propõe elevar o financiamento da Junta dos atuais 387 mil euros para um valor próximo dos 2 milhões de euros.
A CDU assume ainda os seguintes compromissos:
Fomentar, por via direta ou indireta, o aumento de lugares em lares e centros de dia, ou a implantação de sistemas de apoio domiciliário.
Apoiar as famílias carenciadas nas suas necessidades de habitação, carências alimentares e materiais.
Apoiar as crianças e jovens carenciados na prossecução do seu percurso escolar, garantindo, por exemplo, os manuais escolares até ao 12.º ano.
Desenvolver e apoiar atividades que promovam a acessibilidade cultural e desportiva à população.
Combater e contrariar o desemprego crescente, visando estabelecer redes que potenciem o desenvolvimento local do emprego e apostando na criação de novas indústrias; referimo-nos à indústria transformadora, facilitando, pela sua intervenção, a criação dessas novas empresas, por exemplo, disponibilizando espaços como a zona da Oliva, que está vazia e subaproveitada.
Melhorar, a rede de Creches, Infantários, Ludotecas, ATL e Bibliotecas para apoio à família no desempenho das suas funções e responsabilidades, no que concerne à educação e proteção das crianças.
Melhorar as condições ambientais
Impedir práticas poluentes que afetem os recursos hídricos e a qualidade do ar da cidade.
Resolver as situações pendentes, como é o caso da despoluição do Rio Ul e da ribeira da Buciqueira, bem como enfrentar o já crónico problema dos maus cheiros que infestam a cidade, atentando contra o bem-estar de todos os munícipes.
Iniciar um processo de avaliação e monitorização da qualidade do ar e agir em conformidade.
Exercer uma política preventiva, promovendo ações de sensibilização e de educação ambiental.
Municipalizar e reduzir o preço da água
Repor a distribuição da água na dependência direta e exclusiva do município.
O munícipe não deve pagar as comissões nem os lucros das empresas privadas que fazem parte da empresa Águas de São João, parceria público-privada (PPP) criada por este executivo camarário.
Baixar o preço da água, da recolha do lixo e dos esgotos.
Ponderar a municipalização da distribuição da eletricidade no concelho
Promover os estudos técnicos necessários para decidir a forma mais vantajosa para a distribuição de energia elétrica no concelho.
Pugnar pela ligação à autoestrada
Garantir com urgência o acesso sem constrangimentos à A1 e à A29.
Qualificar a circulação dos peões
Dotar a cidade de passeios, passadeiras e outros meios que permitam a todos a circulação pedonal em segurança, incentivando esta opção de deslocação.
Manter o atual sistema de transportes
Estabelecer com os munícipes um diálogo constante com vista ao melhoramento da rede.
Dotar a cidade de sanitários públicos
Diligenciar rapidamente a instalação, em locais da cidade onde se justifique, de estruturas sanitárias para utilização pública, garantindo-lhes a adequada manutenção.
Planear a cidade com a população
Concretizar e formalizar os planos urbanísticos para a cidade (Plano de Urbanização e Planos de Pormenor) envolvendo a população na sua conceção, construindo uma cidade reconhecida pelos seus cidadãos.
Lutar pela manutenção do Hospital na gestão pública
Devolver ao nosso hospital o serviço de urgência e as valências médicas.
Apoiar as pequenas e médias indústrias
Desenvolver ações que ajudem a viabilizar empresas transformadoras.
Apoiar os agentes económicos locais e estimular o aparecimento de novas unidades produtivas, nomeadamente com a facilitação de edifícios e a criação de condições de serviços municipais disponíveis e vocacionados para as necessidades das empresas.
Apoiar o comércio tradicional
Obstaculizar a criação de novas grandes superfícies na cidade e incentivar e promover o desenvolvimento do comércio tradicional.
Criar estruturas de apoio ao comércio local que lhe permitam concorrer com as grandes superfícies instaladas.
Ponderar com os comerciantes da cidade a criação de uma grande feira local, a funcionar regularmente, com vista à promoção do comércio tradicional.
Apoiar a ação cultural
Contrariar a limitação da ação cultural à oferta de estruturas e empreendimentos emblemáticos, mediáticos e imponentes, estendendo-a, sobretudo, à promoção do ato criativo e cultural em si mesmo.
Apoiar o movimento associativo, um meio privilegiado para a promoção da acessibilidade à cultura, sem paternalismos e respeitando a sua autonomia.
Dinamizar o estímulo à prática cultural enraizada em determinadas áreas de alta concentração urbana como Fundo de Vila, Orreiro, Parrinho, no respeito e apoio das instituições e associações com trabalho já realizado neste campo e no combate a uma política cultural que suporta a noção de centro versus periferia.
Acarinhar a organização informal dos munícipes, porque representa uma parte significativa da produção cultural do concelho, sobretudo no que toca às camadas jovens.
Dinamizar e apoiar a educação
Opor-se a tendências do poder central para o fecho de escolas e centralização de serviços.
Contribuir para a promoção de um clima de cooperação e interajuda entre as diversas unidades escolares do concelho.
Reivindicar do poder central que a delegação de responsabilidades nas autarquias seja acompanhada da atribuição das correspondentes verbas necessárias à sua execução e denunciar medidas que contribuam para a degradação da escola pública.
Apoiar e fomentar a prática desportiva
Desenvolver um projecto integrado para o desporto escolar, associativo e de recreação, em colaboração com as escolas e as associações de estudantes, as colectividades desportivas e outras instituições da área existentes na cidade.
Criar, dentro do possível e necessário, sem recurso a projectos dispendiosos, os equipamentos para a realização de exercício, nomeadamente no Orreiro, no Parrinho e na Devesa Velha.
Estimular e apoiar a realização de eventos desportivos amadores de carácter local e regional, como estímulo à prática desportiva de recreação e lazer.
Fomentar o desenvolvimento de jogos de natureza popular, mantendo viva a tradição cultural.
A CDU entende que o Poder Local, conquista de abril, deve ser também espaço de defesa dos serviços públicos, começando por valorizar os serviços próprios do município em detrimento do recurso sistemático a serviços exteriores / interesses privados - valorizando e promovendo as potencialidades dos seus trabalhadores.
O conjunto de sanjoanenses, mulheres e homens que integram as listas da CDU, apresentam-se aos eleitores do concelho com compromissos que são para cumprir. Com trabalho, honestidade e competência propõe-se fazer desta uma cidade onde todas as pessoas sintam que contam. Cabe aos sanjoanenses, com confiança, votar na mudança, votar CDU.

CARTA ABERTA
Caro (a) sanjoanense,
O futuro da nossa cidade é a principal razão pela qual lhe dirijo esta carta.
Sou natural de São João da Madeira. Aqui cresci, aqui vivo e exerço a minha atividade profissional.
Neste momento, sou eleita da CDU na Assembleia Municipal e, estando a terminar o mandato, muito me orgulho de ter exercido a minha função de forma séria e responsável, com muita dedicação e honestidade, sempre em prol do interesse coletivo.
A CDU tem um trabalho nas autarquias de reconhecido valor. Estamos mobilizados para trabalhar para o interesse público, tendo em conta critérios rigorosos de gestão urbana e valorização do espaço público, dando importância ao ambiente, defendendo a democratização da cultura e desporto, lutando pela qualidade dos serviços básicos, tudo assente em critérios de igualdade e justiça social.
Em São João da Madeira nós temos, como é apanágio desta força política, propostas concretas que contribuem para a construção de uma cidade mais solidária, justa e moderna.
Pretendemos humanizar a cidade e, por isso, assumimos com a população compromissos sérios, de trabalho, que consideramos de máxima importância para o concelho. São os seguintes:

Castro Almeida, então presidente da câmara municipal de S. João da Madeira, informou os sanjoanenses, através da assembleia municipal, que o Estado ia comprar à Misericórdia o edifício onde está instalado o hospital. Isto depois de nada fazer para que lhe fossem restituídas as valências roubadas nomeadamente a da urgência básica.
Sabe-se agora pelos jornais que este hospital integra a lista dos que este governo, PSD/CDS (com Castro Almeida), pretende restituir à Misericórdia – não só o edifício mas o que resta do hospital.
De facto os sanjoanenses não merecem os governantes que têm (nem os que têm tido) porque não só não acautelem nem defendem os interesses da nossa população, como mentem e não assumem o que estão de facto a fazer há muito tempo: a dar cabo da saúde dos sanjoanenses, a dar cabo da saúde dos portugueses, a dar cabo da vida deste povo e deste país.
Privatizar serviços na saúde, é retroceder décadas no serviço prestado às populações e, no caso dos sanjoanenses é particularmente grave: há um esforço de gerações que lutaram e trabalharam para que este concelho tivesse um hospital com serviços de apoio à saúde cada vez mais adequados, e que, com o 25 de abril sofreu um salto qualitativo com a sua integração no serviço nacional de saúde.
Não pode, não deve, o governo deste país, com a conivência de dirigentes locais, destruir em vez de proteger e melhorar um serviço que é básico para o bem-estar das populações.


Homenagem promovida pela organização concelhia do PCP
Intervenção de Joaquim Almeida do C. Central PCP
3 de agosto, sábado, na Praça Luís RibeiroPROGRAMA

Em conferência de imprensa realizada dia 27 deste mês, a CDU apresentou as primeiras candidatas aos 3 órgãos da autarquia:
Rita Susana Mendes, 33 anos, professora, cabeça de lista à Câmara municipal.
Maria Alice Vieira da Silva, 54 anos, professora, cabeça de lista à assembleia municipal,
Tânia Guimarães Cortez, formadora, da área das Artes Visuais, cabeça de lista à freguesia (única no concelho).
A apresentação pública das candidatas foi feita por Calos Júlio Lopes que deu a conhecer ainda o mandatário concelhio da CDU, Jorge Cortez, ex - vereador da CDU no município sanjoanense.
As candidatas expressaram os propósitos da CDU relativamente ao órgão a que se candidatam.

Rita Mendes, à Câmara Municipal
A candidatura da CDU à câmara municipal começa por confirmar a CDU como importante força local:
Somos uma força imprescindível porque baseamos a nossa intervenção na procura de soluções para os problemas da nossa cidade de modo a que possamos humanizá-la, fazendo dela uma cidade para todos.
Não é de agora, sempre a CDU defendeu uma cidade baseada num projeto integrador, capaz de mobilizar os munícipes e faze-los participar, em diálogo democrático e permanente, na resolução dos diferentes problemas de desenvolvimento sustentado desta cidade.
As propostas de CDU para S. João da Madeira têm o objetivo de contribuir para uma melhor cidade, mais humanizada, mais justa, mais solidária, para uma cidade onde é bom viver.
Sendo assim, há compromissos que assumimos com todos os munícipes lembrando que são isso mesmo, compromisso de trabalho sério e não promessas que depois caem por terra.
Para isso, a Junta de Freguesia deve ser dotada dos meios, pessoas, e infraestruturas adequadas, portanto o orçamento destinado à Junta de Freguesia deve ser significativamente aumentado. E esta não é uma medida de endividamento é sim uma medida de racionalização de custos e aproximação com a população.
E neste sentido, importa realçar que defendemos um trabalho colaborativo em que os diferentes órgãos autárquicos se complementem em termos de trabalho e que haja respeito pelas competências de cada um dos três órgãos.